Uberlândia-MG,  - 15/12/2017
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No ano de 476 da Era Cristã, com a queda do Império Romano, os ancestrais da família CREPALDI encontravam-se vivendo sob o governo de um guerreiro germânico chamado Odoacro. Odoacro foi suplantado ante do século V por Teodorico, líder dos Ostrogodos. Tendo sido educado em Constantinopla, Teodorico colocou um alto valor na civilização romana e presidiu sobre o que veio a ser descrito como um "Verão Indiano" para os romanos. Após sua morte, surgiram tumultos e o imperador bizantino Justiniano agarrou a oportunidade de recuperar a Itália, colocando a península em décadas de guerra. Embora o governo pelas tribos germânicas que começaram na Itália em 476 com o supracitado Odoacro, não foi senão até a conquista lombarda no século VI que os italianos, incluindo os ancestrais da família CREPALDI, estavam para sentir os efeitos da cultura e costumes germânicos as quais tinham começado a infuenciar a sociedade italiana, tendo em vista a proliferação de nomes pessoais germânicos. O grande historiador suíço da Renascença, Jacob Burckhardt, atesta que aquele tumulto político sofrido pelos italianos após a queda do Império Romano não atrapalhou sua criatividade artística ou dinamismo econômico. A Itália era de fato o centro cultural e comercial do oeste da Europa, através dos séculos XIII ao XVI, com muitos admiráveis membros da família CREPALDI, contribuindo para esses sucessos comerciais e artísticos. A Itália era a casa de figuras como Dante, Bocácio, Da Vinci, Miguel Ângelo, Escarlate, Vivaldi, todos os quais ajudaram a definir a civilização do oeste. A eventual unificação da Itália, que somente ocorreu em 1870, foi o produto de um movimento conhecido como o "Risorgimento" ("Ressurgimento"), liderado pelos Piedmonteses sob a casa de Savoy, que viria a ser mais tarde a casa governante da Itália para quem, com certeza, a família CREPALDI prestou lealdade.

Embora hoje em dia a maioria da população da Itália fale o italiano, apesar do uso de diversos dialetos regionais, ainda existentes nos confins da Itália nós encontramos minorias como gregos, albanos, eslovenos, germânicos, catalães e friulianos, cada um dos quais com suas distintas linguagens, cultura e, é claro, nomenclatura. Portanto, a família CREPALDI tem aproveitado a vida através dos séculos num pais enriquecido pela diversidade de línguas e culturas. E naturalmente, a emigração de milhões de italianos para as Américas do Norte e do Sul resultou em cultura italiana, tais como arte culinária e de fato nomes de família que se espalharam nessas regiões.



O sobrenome italiano CREPALDI pertence à categoria de nomes que possuem origem patronímica. Quando um nome é derivado de um nome pessoal, ele é geralmente o nome do pai ou da mãe do portador, o qual é adotado e transformado em nome de família hereditário fixo. Este nome é então orgulhosamente transmitido de geração para geração, ocasionalmente alterado ortograficamente ou abreviado ocasionando uma ligação entre o portador vivo do sobrenome e o portador primogênito original do qual o sobrenome deriva. Na Europa Medieval, antes que um sistema estruturado de sobrenomes fosse estabelecido, era prática comum o uso de um segundo nome, o qual servia como meio de distinguir pessoas que possuíam o mesmo nome de batismo. Neste caso, o sobrenome CREPALDI é derivado do nome próprio alemão antigo "KREBOLD". Uma das mais antigas referências a este nome ou a uma variante é o registro de Oddone Crepaldi, nascido em Savigliano, Cuneo, Itália, no dia 12 de setembro de 1586.

Variantes do sobrenome CREPALDI incluem Baldo e Baldi. Outra antiga referência a este sobrenome é o registro de Leonarda Crepaldi, filha de Giovanni Crepaldi e Orsula Degente, nascida em Savigliano, Cuneo, Itália, no dia 1 de abril de 1624. Portador notável do sobrenome CREPALDI foi, entre outros: Carlo Crepaldi, sacerdote italiano falecido em 1710. No Brasil encontramos o registro de Aurélio Crepaldi, filho de Luiz e Mônica Crepaldi, batizado em Campinas, São Paulo, no dia 25 de agosto de 1912. As armas abaixo concedidas à família CREPALDI pelas autoridades apropriadas.

Sob o sitema de nomenclatura romano, o distinguido fundador da linhagem CREPALDI deve ter sido identificado por um nome tripartido consistindo de seu nome pessoal, o nome dos "gens" ou "linhagem" a qual pertencia, e o cognome que distinguia a sua família de outras com os mesmos "gens". Com a queda do Império Romano no século IV, voltou a ser costumeiramente empregado somente o nome pessoal e o cognome, omitindo-se o nome dos "gens" na maioria dos casos. As tribos germânicas que então ocupavam a Itália, favoreceram a prática de se usar um simples nome pessoal, e a família CREPALDI juntamente com outras famílias, sem dúvida abandonaram seus nomes romanos tradicionais por esses usados por seus novos governantes. Durante a Idade Média, quando os sobrenomes italianos, como o da notável família CREPALDI, estavam se formando, as tradições heráldicas italianas também estavam tomando forma. Uma dessas tradições foi aquela de se colocar uma carga sobre o escudo que aludia a um certo evento histórico. Por exemplo, aqueles membros da família CREPALDI que podem ter tomado parte do conflito entre Guelfos e Cibelinos, devem portar uma faixa, indicando o lado apoiado. Portanto, membros da família CREPALDI não só portam um nome distinto mas também o que cada qual significa, a história, a coragem e os feitos dos que orgulhosamente o portaram nas gerações passadas.

TIMBRE: do mesmo, que segura na pata direita uma flor-de-lis de prata, sobre tudo uma banda de vermelho carregada com três estrelas de seis pontas, de prata. Uma águia estendida de negro, coroada de ouro.

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