Uberlândia-MG,  - 15/12/2017
A Crepaldi® Advogados enxerga seu problema por outro ângulo: o da solução.
Home  |  Áreas de Atuação  |  Histórico  |  Profissionais  |  Clientes  |  Livros  |  Links  |  Galeria de Fotos  |  Downloads  |  Oração  |  Contato
 



AUDITORIA CONTÁBIL: Teoria e Prática
Silvio Aparecido Crepaldi


8ª edição (2012)
Páginas: 800 páginas
Formato: 17X24
ISBN: 9788522463732

 

Sinopse:

Foi pensando em você, estudante e concursando, que elaboramos esta obra. Trata-se de um projeto pedagógico-editorial que, além de enfatizar a excelência didática e doutrinária de seus textos, propicia uma fonte de consulta rápida e prática que alia o estudo dinâmico e a completa revisão da Auditoria Contábil para exames e concursos.

O livro visa demonstrar a Auditoria como levantamento, estudo e avaliação sistemática das transações, procedimentos, operações, rotinas e das demonstrações financeiras de uma entidade, de forma prática e de fácil compreensão para sua aplicação no dia a dia dos contadores, auditores, controllers e demais interessados.

O autor reuniu os frutos de uma longa experiência na matéria, de forma didática, tornando facilmente assimiláveis os fundamentos teóricos e as bases operacionais dos processos descritos, dentro de uma abordagem atual, prática e objetiva.

Destaca a parte prática da Auditoria, incluindo-se diversas rotinas reais analisadas e interpretadas, acompanhadas dos respectivos "pareceres" e de observações esclarecedoras. Ao longo do texto, mostra que a Auditoria é uma técnica que objetiva obter elementos de convicção que permitam julgar se os registros foram efetuados de acordo com os princípios fundamentais de contabilidade e se as demonstrações contábeis deles decorrentes refletem adequadamente a situação econômico-financeira do patrimônio, os resultados do período administrativo examinado e as demais situações nelas demonstradas.

Em resumo, o conteúdo da obra é o seguinte: Fundamentos de auditoria; Auditoria interna e externa; Organização de firma de auditoria independente; Controle de qualidade no exercício de auditoria; Origem, evolução e desenvolvimento da auditoria; Normas de auditoria; Testes em auditoria; Controle interno; Papéis de trabalho; Planejamento de auditoria; Programas de auditoria para contas do ativo, do passivo, do patrimônio líquido, de resultado; Verificação complementar; Eventos subsequentes; e Revisão final.

Livro-texto para a disciplina Auditoria dos cursos de graduação e pós-graduação em Ciências Contábeis, Administração de Empresas, Ciências Econômicas e Análise de Sistemas de Informação. Por seu cunho atual, prático e objetivo, é recomendado como manual de consulta para contadores, administradores, economistas e analistas de sistemas, bem como para empresários e, principalmente, para os gerentes de auditoria envolvidos no processo de formação e treinamento de auditores.

 

SUMÁRIO

Prefácio

1 Fundamentos de Auditoria, 1
1.1 Conceito e aplicação da Auditoria Contábil, 3
1.1.1 Conceito, 3
1.1.2 Objetivo, 4
1.1.3 Objeto, 4
1.1.4 Reflexos da auditoria sobre a riqueza patrimonial, 5
1.2 Filosofia da auditoria, 5
1.3 Papel da auditoria, 7
1.4 Natureza da Auditoria, 9
1.5 Processo de abordagem da Auditoria, 9
1.6 Aspectos administrativos e de controle da auditoria, 10
1.6.1 Vantagens para a administração da empresa, 10
1.6.2 Vantagens para os investidores (titulares do capital), 10
1.6.3 Vantagens para o Fisco, 11
1.7 Métodos de auditoria, 11
1.8 Tipos de auditoria, 12
1.8.1 Auditoria de demonstrações financeiras, 12
1.8.2 Auditoria operacional ou de gestão, 12
1.8.2.1 Objetivos da auditoria de gestão ou operacional e sua caracterização, 13
1.8.2.2 Tipos de auditoria operacional ou de gestão, 13
1.8.2.3 Natureza, 14
1.8.3 Auditoria tributária, 14
1.8.4 Auditoria de sistemas informatizados, 15
1.8.5 Auditoria de Compliance, 15
1.8.6 Auditorias especiais, 15
1.9 Funções contábeis na profissão do auditor, 15
1.10 Limitações da auditoria contábil, 16
1.11 IFRS, 17
1.12 Lei Sarbanes-Oxley, 18

Leitura complementar, 19
Questões, 21
Múltipla escolha, 21

2 Auditoria Interna e Externa: Funções e Diferenças, 27
2.1 Auditoria Interna, 28
2.1.1 Redução de custos, 30
2.1.2 Normas de auditoria interna, 31
2.1.2.1 Como assegurar qualidade de auditoria, 31
2.1.2.2 Normas de auditoria operacional existentes, 32
2.1.2.3 Aplicação das normas, 33
2.1.2.4 Por que são importantes as normas de auditoria?, 33
2.1.3 Requisitos profissionais do mercado, 33
2.2 Auditoria externa, 35
2.3 Diferenças entre auditoria externa e interna, 36
2.4 Auditoria interna versus externa, 38
2.4.1 Auditoria externa, 38
2.4.2 Auditoria interna, 38
2.5 Auditores internos e independentes: integração, 41
2.5.1 Técnica e profissionalismo, 42
2.5.2 Pressuposição e objetivos, 43
2.6 A função estratégica da auditoria interna, 43
Leitura complementar, 44
Questões, 47
Múltipla escolha, 47

3 Organização de Firma de Auditoria Independente, 58
3.1 Introdução, 58
3.2 Organizações profissionais, 58
3.3 Comissão de Valores Mobiliários (CVM), 59
3.4 Registro, suas categorias e condições, 61
3.5 Comprovação da atividade de auditoria, 63
3.6 Casos de suspensão e cancelamento automáticos, 64
3.7 Informações periódicas e eventuais, 65
3.8 Normas relativas ao exercício da atividade de auditoria no mercado de valores mobiliários, 65
3.9 Deveres e responsabilidades dos auditores independentes, 66
3.9.1 Responsabilidade civil do auditor independente, 67
3.10 Penalidades administrativas, 67
3.11 Formas de exercício da atividade de auditor independente, 68
3.12 Quadro de pessoal técnico, 69
3.12.1 O assistente, 70
3.12.2 O auditor sênior, 71
3.12.3 O supervisor ou gerente, 72
3.12.4 Sócios, 72
3.13 Treinamento de pessoal, 73
3.14 Ética profissional na auditoria interna e externa, 74
3.15 Padrões de conduta, 75
3.15.1 Bom-senso no procedimento de revisão e sugestão, 76
3.15.2 Autoconfiança, 76
3.15.3 Sigilo profissional, 77
3.15.4 Discrição profissional, 78
3.15.5 Capacidade prática, 79
3.15.5.1 Conhecimento teórico, 79
3.15.5.2 Conhecimento prático, 79
3.15.6 Sentido objetivo, 81
3.15.7 Liberdade de pensamento e ação, 81
3.15.8 Meticulosidade e correção, 82
3.15.9 Perspicácia nos exames, 83
3.15.10 Pesquisa permanente, 84
3.15.11 Finura de trato e humanidade, 84
3.16 Balanço de firmas de auditoria será auditado?, 85
3.17 Auditoria em revisão, 86
Leitura complementar, 88
Questões, 127
Múltipla escolha, 127

4 Controle de Qualidade no Exercício de Auditoria, 134
4.1 Sistema de controle de qualidade e função da equipe de trabalho, 134
4.2 Supervisão e controle de qualidade, 134
4.3 Habilidades e competências, 136
4.4 Execução dos trabalhos de auditoria independente, 137
4.5 Avaliação permanente da carteira de clientes, 138
4.6 Controle de qualidade interno, 139
4.7 Sistemas de informação: um meio seguro de obter qualidade, 140
4.8 Plano de controle de qualidade, 142
4.8.1 Normas sobre a revisão externa de qualidade pelos pares, 143
4.8.1.1 Conceituação e objetivos da revisão externa pelos pares, 143
4.8.1.2 Administração do programa de revisão, 143
4.8.1.3 Relatórios de revisão, 145
4.8.2 Características do programa, 146
4.8.2.1 Confidencialidade, 146
4.8.2.2 Independência, 146
4.8.2.3 Conflitos de interesses, 146
4.8.2.4 Competência, 146
4.8.2.5 Organização dos trabalhos de revisão, 148
4.8.3 Realização da revisão pelos pares, 148
4.8.3.1 Objetivos, 148
4.8.3.2 Procedimentos, 149
4.8.4 Relatórios da revisão pelos pares, 150
4.8.4.1 Conteúdo e prazo, 150
4.8.4.2 Tipos de relatórios, 150
4.8.5 Revisão e seus prazos, 151
4.8.6 Recurso, 152
4.8.7 Das penalidades, 152
4.9 Transparência de auditorias está no foco de reguladores, 152
Leitura complementar, 153
Questões, 180
Múltipla escolha, 180

5 Origem, Evolução e Desenvolvimento da Auditoria, 189
5.1 Origem da auditoria interna, 189
5.1.1 No exterior, 189
5.1.2 No Brasil, 190
5.2 Causas do surgimento da auditoria interna, 190
5.3 Origem da auditoria externa, 191
5.3.1 No exterior, 191
5.3.2 No Brasil, 193
5.4 Causas do surgimento da auditoria externa, 194
5.5 Evolução da auditoria, 194
5.6 Desenvolvimento histórico da auditoria no exterior e no Brasil, 195
5.7 Desenvolvimento das técnicas de auditoria, 196
5.8 Fatores que exigem atualmente a atuação do auditor, de modo especial, no Brasil, 197
5.9 A auditoria independente no Brasil nos últimos anos e o mercado atual, 198
5.10 A necessidade da revisão e atualização das normas de auditoria independente, 200
5.11 Perspectivas da auditoria, 202
5.12 Tendências da auditoria, 204
Leitura complementar, 208
Leitura selecionada, 211
Questões, 215

6 Normas de Auditoria, 216
6.1 Introdução, 216
6.2 Conceito, 217
6.3 Aplicação das normas, 218
6.4 Importância das normas de auditoria, 219
6.5 Objetivo da auditoria, 219
6.5.1 Fraude e erro, 219
6.5.1.1 Responsabilidade do auditor, 220
6.5.1.2 Detecção de fraudes e erros, 221
6.5.1.3 Limitações inerentes à auditoria, 223
6.5.1.4 Procedimentos quando existe indicação de fraude ou erro, 224
6.5.1.5 A avaliação dos resultados dos procedimentos, 224
6.5.1.6 Fraude na empresa: como lidar, 225
6.5.1.7 Efeitos de fraude e/ou erro no parecer do auditor, 225
6.5.1.8 Comunicações de fraude e/ou erro, 226
6.5.1.9 Renúncia ao trabalho, 226
6.5.1.10 Surgem novas coberturas contra fraude, 226
6.6 Responsabilidade do auditor e dos dirigentes da empresa, 227
6.7 Normas de auditoria geralmente aceitas, 228
6.7.1 Normas de auditoria versus procedimentos, 228
6.7.2 Normas gerais ou relativas à pessoa do auditor, 229
6.7.2.1 Treinamento e competência, 229
6.7.2.2 Competência técnico-profissional, 229
6.7.2.3 Independência, 229
6.7.2.4 Operações de créditos e garantias, 234
6.7.2.5 Relacionamentos comerciais com a entidade auditada, 235
6.7.2.6 Relacionamentos familiares e pessoais, 236
6.7.2.7 Vínculos empregatícios ou similares por administradores, executivos ou empregados da entidade auditada mantidos, anteriormente, com a entidade de auditoria, 236
6.7.2.8 Atuando como administrador ou diretor de entidades auditadas, 238
6.7.2.9 Rotação dos líderes de equipe de auditoria, 239
6.7.2.10 Prestação de outros serviços, 239
6.7.2.11 Presentes e brindes, 247
6.7.2.12 Litígios em curso ou iminentes, 247
6.7.2.13 Incompatibilidade ou inconsistência do valor dos honorários, 248
6.7.2.14 Outras situações, 249
6.7.2.15 Requisitos formais de controle, 249
6.7.3 Sigilo, 250
6.7.3.1 Dever do sigilo, 250
6.7.4 Utilização de trabalhos de especialistas, 251
6.7.4.1 Necessidade de uso de trabalho de especialista, 252
6.7.4.2 Competência profissional e objetividade do especialista, 252
6.7.4.3 Alcance do trabalho do especialista, 253
6.7.4.4 Avaliando o trabalho do especialista, 254
6.7.4.5 Referência ao especialista no parecer do auditor, 255
6.7.5 Guarda da documentação, 255
6.7.6 Normas relativas à execução do trabalho, 255
6.7.6.1 Planejamento e supervisão, 255
6.7.6.2 Relevância, 257
6.7.6.3 Risco de auditoria, 258
6.7.6.4 Supervisão e controle de qualidade, 259
6.7.6.5 Avaliação do sistema contábil e controle interno, 260
6.7.6.6 Papel da auditoria na redução de riscos, 261
6.7.7 Normas relativas ao parecer, 262
6.7.7.1 Descrições gerais, 262
6.7.7.2 Uniformização do parecer, 263
6.7.7.3 Parecer sem ressalva, 264
6.7.7.4 Parecer com ressalva, 264
6.7.7.5 Parecer adverso, 265
6.7.7.6 Parecer com negativa de opinião por limitação na extensão, 265
6.7.7.7 Parecer com abstenção de opinião, por incertezas, 266
6.7.7.8 Circunstâncias que impedem a emissão do parecer sem ressalva, 266
6.7.7.9 Incerteza, 267
6.7.7.10 Informações relevantes nas demonstrações contábeis, 267
6.7.7.11 Parecer quando demonstrações contábeis de controladas e/ou coligadas são auditadas por outros auditores, 267
6.7.7.12 Parecer sobre demonstrações contábeis condensadas, 268
6.7.7.13 Demonstrações contábeis não auditadas, 268
6.8 Tipos de relatórios, 269
6.9 Princípios fundamentais de contabilidade, 269
6.9.1 Uniformidade na aplicação dos princípios fundamentais de contabilidade, 270
6.10 Quadro das normas de auditoria, 271
Questões, 275
Múltipla escolha, 275

7 Testes em Auditoria, 296
7.1 Introdução, 296
7.2 Procedimentos de auditoria, 297
7.2.1 Classificação das evidências, 299
7.2.1.1 Evidências quanto à finalidade, 300
7.2.1.2 Evidências quanto à natureza, 306
7.2.2 Técnicas de auditoria, 310
7.3 Testes de auditoria, 316
7.3.1 Testes globais, 319
7.3.2 Procedimentos de revisão analítica, 320
7.4 Aplicação dos procedimentos de auditoria, 322
7.5 Combinação de testes de observância e substantivos, 323
7.6 Direção dos testes, 323
7.6.1 Testes para superavaliação, 323
7.6.2 Teste para subavaliação, 324
7.7 Prática dos testes, 326
7.8 Amostragem em auditoria, 334
7.8.1 Planejamento da amostra, 335
7.8.2 População, 335
7.8.3 Estratificação, 336
7.8.4 Tamanho da amostra, 336
7.8.5 Risco de amostragem, 337
7.8.6 Erro tolerável, 338
7.8.7 Erro esperado, 338
7.8.8 Seleção da amostra, 338
7.8.8.1 Aspectos gerais, 338
7.8.8.2 Seleção aleatória, 339
7.8.8.3 Seleção sistemática, 339
7.8.8.4 Seleção casual, 340
7.8.9 Avaliação dos resultados da amostra, 340
7.8.9.1 Análise de erros da amostra, 340
7.8.9.2 Extrapolação de erros, 341
7.8.9.3 Reavaliação do risco de amostragem, 341
Questões, 341
Múltipla escolha, 342

8 Controle Interno, 359
8.1 Introdução, 359
8.1.1 Conceito e observações fundamentais, 360
8.1.2 Abrangência, 361
8.1.3 Classificação, 361
8.1.4 Estrutura e componentes, 362
8.1.5 Os ganhos com a Sarbanes-Oxley, 363
8.2 Avaliação do controle interno, 363
8.2.1 Como controlar as áreas de risco?, 365
8.2.2 Quais os procedimentos mais eficientes?, 366
8.2.3 A única solução é a revalorização da ética?, 367
8.2.4 Quais os critérios essenciais na hora da contratação?, 367
8.3 Tipos de controles: contábeis e administrativos, 368
8.4 Importância do controle interno, 369
8.4.1 Responsabilidade, 370
8.4.2 Rotinas internas, 371
8.4.3 Acesso aos ativos, 372
8.4.4 Segregação de funções, 373
8.4.5 Confronto dos ativos com os registros, 373
8.4.6 Amarrações do sistema, 374
8.4.7 Auditoria interna, 376
8.5 Limitações do controle interno, 377
8.6 Fraudes e desfalques nas empresas, 377
8.6.1 Responsabilidade pela prevenção e detecção da fraude, 379
8.6.2 Responsabilidade do auditor, 380
8.7 Levantamento do sistema de controle interno, 380
8.8 Avaliação do sistema de controle interno e determinação dos procedimentos de auditoria, 381
8.8.1 Realce do sistema, 382
8.8.2 Avaliação, 383
8.8.3 Testes de cumprimento de normas internas, 384
8.9 Questionário de avaliação do controle interno, 384
8.9.1 Forma de aplicação, 385
8.9.2 Levantamento e descrição da rotina, 385
8.9.2.1 O que fazer?, 386
8.9.2.2 Como fazer?, 386
8.9.2.3 Descrição da rotina, 387
8.10 Características de um eficiente sistema de controle interno, 389
8.11 Categorias de controles internos, 390
8.11.1 Controles organizacionais, 391
8.11.2 Controle do sistema de informação, 391
8.11.3 Controles de procedimentos, 392
8.11.4 Documentação de procedimentos, 393
8.11.5 Autorização e aprovação, 393
8.11.6 Registros e formulários, 394
8.11.7 Acesso aos ativos, 394
8.11.7.1 Medidas físicas de proteção, 395
8.11.7.2 Medidas de proteção intrínsecas, 395
8.11.8 Limitações inerentes aos sistemas de controle interno, 395
Estudo de caso 1: controles internos - contas a receber - clientes, 396
Estudo de caso 2: compras - deficiências de controles internos, 397
Leitura complementar, 398
Questões, 400
Múltipla escolha, 401
Problema, 411

9 Papéis de Trabalho, 412
9.1 Introdução, 412
9.2 Forma e conteúdo dos papéis de trabalho, 413
9.3 Confidencialidade, custódia e propriedade dos papéis de trabalho, 415
9.4 Preparação de um papel de trabalho, 415
9.5 Pontos essenciais dos papéis de trabalho, 416
9.6 Normas gerais para preenchimento dos papéis de trabalho, 416
9.7 Descrição dos papéis de trabalho, 417
9.8 Tipos de papéis de trabalho, 419
9.9 Forma e conteúdo dos papéis de trabalho, 420
9.10 Características básicas dos papéis de trabalho, 424
9.11 Codificação e arquivo dos papéis de trabalho, 425
9.12 Método para referenciar e cruzar referências - "amarração" das células individuais, 426
9.13 Ordenação dos papéis de trabalho, 429
9.14 Ticks ou marcas que indicam os trabalhos efetuados durante o exame, 431
9.15 Normas de organização e indexação dos papéis de trabalho, 441
9.15.1 Trabalhos de outros, 441
9.15.2 Relatórios financeiros, 442
9.15.3 Ciclos de processamento de transações, 443
9.15.4 Folhas-mestras e trabalho substantivo, 445
9.15.5 Objetivos de auditoria e correspondentes conclusões, 446
9.15.6 Estratégia de implementação, 447
Questões, 449
Múltipla escolha, 450

10 Planejamento da Auditoria, 461
10.1 Introdução, 461
10.2 Objetivos, 464
10.3 Informações e condições para elaborar o planejamento de auditoria, 465
10.4 Conteúdo do planejamento, 472
10.5 Planejamento da primeira auditoria, 475
10.6 Saldos de abertura, 475
10.7 Procedimentos contábeis adotados, 476
10.8 Uniformidade dos procedimentos contábeis, 476
10.9 Eventos relevantes subsequentes ao exercício anterior, 476
10.10 Revisão dos papéis de trabalho do auditor anterior, 477
10.11 Planos de auditoria, 477
10.11.1 Finalidades dos planos de auditoria, 482
10.11.2 Responsabilidade pela preparação do plano de auditoria, 482
10.11.3 Ocasiões em que o plano deve ser preparado, 483
10.11.4 Maneira de preparar os planos de auditoria, 484
10.11.5 Conteúdo dos planos de auditoria, 485
10.11.6 Utilidade dos planos de auditoria, 486
10.12 Meios de prova e planejamento da auditoria, 487
10.12.1 Como adquirir conhecimentos sobre a empresa auditada, 487
10.12.1.1 Financeira, 487
10.12.1.2 Contábil, 488
10.12.1.3 Orçamentária, 488
10.12.1.4 Pessoal, 488
10.12.1.5 Fiscal e legal, 489
10.12.1.6 Operações, 489
10.12.1.7 Vendas, 489
10.12.1.8 Suprimentos, 489
10.12.2 Como planejar maior volume de horas nas auditorias preliminares, 489
10.12.3 Como obter uma maior cooperação do pessoal da empresa, 490
10.12.4 Como determinar os testes detalhados de auditoria, 491
10.12.5 Identificação prévia de problemas, 492
10.13 Programa de auditoria, 492
10.13.1 Técnica para elaboração do programa de auditoria, 495
10.13.2 Elaboração do programa, 496
10.14 Aplicação das técnicas auditoriais, 497
10.15 Principais procedimentos de auditoria, 497
Questões, 499
Múltipla escolha, 499

11 Programas de Auditoria para Contas do Ativo, 512
11.1 Introdução, 512
11.2 Contas do ativo, 512
11.2.1 Planejamento de auditoria, 514
11.2.2 Objetivos e procedimentos, 515
11.3 Auditoria de caixa e bancos, 518
11.3.1 Desfalques no Caixa, 523
11.4 Auditoria de Contas a Receber, 525
11.4.1 Evidências externas - confirmação, 526
11.5 Auditoria de estoques, 531
11.5.1 Definições, 532
11.5.2 Objetivos, 532
11.5.3 Observação do estoque, 533
11.5.4 Procedimentos do cliente, 533
11.5.5 Responsabilidades pelas etiquetas, 535
11.5.6 Movimento, 536
11.5.7 Contagem de teste, 536
11.5.8 Avaliação do inventário físico, 537
11.5.9 Procedimentos que se seguem à observação, 537
11.5.10 Controle interno sobre estoques, 539
11.5.11 Apresentação de estoques nas demonstrações financeiras, 539
11.6 Auditoria do imobilizado, 541
11.6.1 Objetivos, 541
11.6.2 Campo de exame, 541
11.6.3 Revisão do controle interno, 542
11.6.4 Procedimentos de auditoria, 542
11.7 Auditoria de investimentos, 547
11.7.1 Objetivos, 547
11.7.2 Exame e confirmação, 548
11.8 Ativo intangível, 553
11.8.1 Reconhecimento e mensuração, 555
11.8.2 Aquisição separada, 556
11.8.3 Aquisição no contexto de combinação de negócios, 557
11.8.4 Aquisição por meio de subvenção ou assistência governamentais, 560
11.8.5 Permuta de ativos, 560
11.8.6 Ágio derivado da expectativa de rentabilidade futura (goodwill) gerado internamente, 561
11.8.7 Ativo intangível gerado internamente, 561
11.8.8 Reconhecimento de despesa, 565
11.8.9 Despesa anterior não reconhecida como ativo, 566
11.8.10 Mensuração após reconhecimento, 566
11.8.11 Método de custo, 567
11.8.12 Método de reavaliação, 567
11.8.13 Vida útil, 569
11.8.14 Ativo intangível com vida útil definida, 571
11.8.14.1 Período e método de amortização, 571
11.8.14.2 Valor residual, 572
11.8.15 Revisão do período e do método de amortização, 572
11.8.16 Ativo intangível com vida útil indefinida, 573
11.8.17 Revisão da vida útil, 573
11.8.18 Recuperação do valor contábil - Perda por redução ao valor recuperável de ativos, 573
11.8.19 Baixa e alienação, 574
11.8.20 Divulgação, 575
11.8.20.1 Geral, 575
11.8.21 Ativo intangível mensurado após o reconhecimento utilizando o método de reavaliação, 577
11.8.22 Gasto com pesquisa e desenvolvimento, 577
11.8.23 Outras informações, 578
11.8.24 Exemplos ilustrativos, 578
11.8.24.1 Avaliação da vida útil de ativo intangível, 578
Estudo de caso, 582
Múltipla escolha, 583
Questões discursivas, 596

12 Programa de Auditoria para Contas do Passivo, 598
12.1 Auditoria para fornecedores e contas a pagar, 601
12.2 Auditoria para obrigações sociais e outras obrigações, 601
12.3 Auditoria das contas do passivo Não Circulante, 601
12.3.1 Objetivos, 602
12.3.2 Programa de auditoria, 602
12.4 Auditoria para empréstimos e financiamentos circulante e Não Circulante, 603
12.4.1 Objetivos, 603
12.5 Contingências, 607
12.5.1 Considerações gerais, 607
12.5.2 Procedimentos de auditoria, 607
12.5.3 Circularização dos consultores jurídicos, 609
12.5.4 Limitações na extensão da resposta do consultor jurídico, 610
12.5.5 Outras limitações na resposta de um consultor jurídico, 610
12.5.6 Julgamento do auditor, 611
Questões, 613
Múltipla escolha, 614
Questão discursiva, 619

13 Programa de Auditoria para Contas do Patrimônio Líquido, 620
13.1 Objetivos específicos, 621
13.2 Procedimentos de auditoria, 621
13.3 Documentação, 623
13.4 Orientação, 623
13.5 Controle interno sobre o patrimônio líquido, 624
13.6 Apresentação das contas de patrimônio líquido nas demonstrações financeiras, 624
13.7 Programa de auditoria, 625
13.8 Demonstração do fluxo de caixa, 627
13.8.1 Benefícios das informações dos fluxos de caixa, 627
13.8.2 Definições, 628
13.8.3 Caixa e equivalentes de caixa, 628
13.8.4 Apresentação de uma demonstração dos fluxos de caixa, 629
13.8.5 Atividades operacionais, 629
13.8.6 Atividades de investimento, 630
13.8.7 Atividades de financiamento, 631
13.8.8 Divulgação de fluxos de caixa das atividades operacionais, 632
13.8.9 Divulgação dos fluxos de caixa das atividades de investimento e de financiamento, 633
13.8.10 Divulgação dos fluxos de caixa em base líquida, 634
13.8.11 Fluxos de caixa em moeda estrangeira, 635
13.8.12 Juros e dividendos, 635
13.8.13 Imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido, 636
13.8.14 Investimentos em controladas, coligadas e empreendimentos em conjunto, 637
13.8.15 Aquisições e vendas de controladas e outras unidades de negócios, 637
13.8.16 Transações que não envolvem caixa ou equivalentes de caixa, 638
13.8.17 Componentes de caixa e equivalentes de caixa, 639
13.8.18 Outras divulgações, 639
13.8.19 Demonstração dos fluxos de caixa de uma entidade que não é uma instituição financeira, 640
13.8.20 Demonstração dos fluxos de caixa para uma instituição financeira, 648
Questões, 649
Múltipla escolha, 650
Problema, 652

14 Programa de Auditoria para as Contas de Resultado, 653
14.1 Introdução, 653
14.2 Campo de exame, 654
14.3 Objetivos, 654
14.4 Controles internos, 655
14.5 Procedimentos de auditoria, 656
14.6 Seleção de contas para exame, 657
14.7 Análise e verificação das contas de receitas e despesas, 658
14.8 Despesas, 659
14.8.1 Procedimentos, 659
14.9 Demonstração do valor adicionado, 668
14.9.1 Alcance e apresentação, 669
14.9.2 Definições, 669
14.9.3 Características das informações da DVA, 670
14.9.4 Formação da riqueza, 671
14.9.4.1 Riqueza criada pela própria entidade, 671
14.9.4.2 Distribuição da riqueza, 672
14.9.5 Casos especiais - alguns exemplos, 674
14.9.5.1 Depreciação de itens reavaliados ou avaliados ao valor justo (fair value), 674
14.9.5.2 Ajustes de exercícios anteriores, 674
14.9.5.3 Ativos construídos pela empresa para uso próprio, 675
14.9.5.4 Distribuição de lucros relativos a exercícios anteriores, 675
14.9.5.5 Substituição tributária, 676
14.9.6 Atividade de intermediação financeira (bancária), 676
14.9.6.1 Formação da riqueza, 676
14.9.6.2 Distribuição da riqueza, 677
14.9.7 Atividades de seguro e previdência, 679
14.9.7.1 Formação da riqueza, 679
14.9.7.2 Distribuição da riqueza, 681
14.9.8 Modelos, 682
Questões, 687
Múltipla escolha, 687

15 Programa de Auditoria para Verificação Complementar, 691
15.1 Objetivo, 691
15.2 Campo do exame, 691
15.3 Procedimentos de auditoria, 691
Múltipla escolha, 692

16 Programa de Auditoria para Eventos Subsequentes, 694
16.1 Introdução, 694
16.2 Definições, 695
16.3 Reconhecimento e mensuração, 696
16.3.1 Eventos subsequentes à data do balanço que originam ajustes, 696
16.3.2 Eventos subsequentes à data do balanço que não originam ajustes, 697
16.3.3 Dividendos, 698
16.4 Procedimentos de auditoria sobre transações e eventos ocorridos entre o término do exercício social e a emissão do parecer, 698
16.5 Transações e eventos ocorridos após emissão do parecer e a divulgação das demonstrações contábeis, 700
16.6 Transações e eventos conhecidos após a divulgação das demonstrações contábeis, 701
16.7 Oferta de valores mobiliários ao público, 702
16.8 Continuidade operacional, 702
16.9 Divulgação, 703
16.9.1 Data da autorização para conclusão da elaboração do balanço, 703
16.9.2 Atualização das divulgações sobre condições existentes na data do balanço, 703
16.9.3 Eventos subsequentes à data do balanço que não originam ajustes, 703
16.10 Programa de auditoria, 704
Questão, 705
Múltipla escolha, 705

17 Programa de Auditoria para Revisão Final, 714
17.1 Objetivo, 714
17.2 Procedimentos, 715
17.3 Programa, 715
17.4 Revisão com o cliente, 715
17.5 Carta de responsabilidade da administração, 716
17.5.1 Reconhecimento por parte da administração de sua responsabilidade pelas Demonstrações Contábeis, 716
17.5.2 Declarações da administração como evidência de auditoria, 716
17.5.3 Documentação das declarações da administração, 718
17.5.4 Elementos básicos da carta com as declarações de responsabilidade da administração, 718
17.5.5 Ação a ser adotada caso a administração se recuse a prestar declarações, 721
17.6 Material, 728
17.7 Resumo de tempo, 728
Múltipla escolha, 729

Gabarito das questões, 732

Bibliografia, 741



Autor: Silvio Aparecido Crepaldi


"Devemos procurar ter uma participação ativa na construção de um futuro melhor, mais digno, mais transparente e mais justo."
Rua Antônio de Souza Franqueiro, 247 - Bairro Jardim Finotti – CEP: 38408-114 - Uberlândia-MG - Tel.: (34) 3214-2880
With that, Hublot continues with its assault of infiltrating all types of replica watches sale sports. While this might not win the approval of many replica watches sale WIS, it will more than likely continue to make Hublot successful and help sell more watches. Can you fault the good folks from Nyon, for rolex replica uk capitalizing on this winning formula? Even if it's designed for a small segment of the population... I think no. On a very personal note, I never want to be the person hating on others' success. In fact, I strive and replica watches uk try to applaud it and learn from it instead. Another thing worth mentioning is that while it is replica watches uk unclear just how many hardcore watch-lovers Hublot will keep on attracting to its corner, replica watches sale it is easier to guess when it comes to the affluent people who feel an attachment to one of the many sports, partner companies, or replica watches uk ambassadors in Hublot's stable.